Início Site Página 22

“O momento é agora”: Comarh 2024 inspira RHs a liderar a transformação nas organizações

0

O congresso reuniu profissionais em Cuiabá para debater liderança humanizada, inovação e gestão estratégica de pessoas

O papel estratégico do RH nas organizações e sua capacidade de impulsionar transformações sociais e corporativas foram os eixos centrais da segunda edição do Congresso Mato-Grossense de Recursos Humanos (COMARH), realizado na última sexta-feira (18), no Centro de Eventos do Pantanal, em Cuiabá. Com mais de 700 participantes, entre empresários, gestores, estudantes e especialistas da área, o evento, promovido pela ABRH-MT, reforçou o chamado urgente à ação e à reinvenção: “O momento é agora”.

A programação foi pensada para provocar reflexões sobre o futuro do trabalho e as demandas atuais da gestão de pessoas. Os painéis temáticos abordaram tópicos como desenvolvimento humano, liderança, diversidade, saúde mental e o papel do RH como elo entre o propósito institucional e a performance dos colaboradores.

No painel sobre Desenvolvimento Humano, mediado por Anderson Schemberg (Fesa), os participantes exploraram estratégias para crescimento organizacional sob diferentes perspectivas. Lidiane Leite, Secretária Adjunta da Seplag-MT, trouxe experiências da administração pública, ressaltando a importância do diálogo e da construção coletiva, como o Encontro Estadual de Gestão de Pessoas. “Esses espaços de escuta têm sido fundamentais para aprimorar a gestão pública”, afirmou.

Do setor privado, Elaine Fernandes (P2B) e Camila Paoletti (WePeople) compartilharam práticas que alinham cultura organizacional, jornada do colaborador e liderança estratégica. Paoletti, ao citar a trajetória do Nubank, destacou que o vínculo genuíno com o time é chave para a sustentabilidade de resultados. “Conexão gera impacto real”, defendeu.

Outro painel relevante, mediado por Lorena Lacerda, contou com Lidia Abdalla (Grupo Sabin) e Gilmar Meneghini (Grupo Girassol). O diálogo reforçou o protagonismo dos CEOs na valorização do capital humano e no incentivo à diversidade e bem-estar. “Nenhuma decisão é tomada sem escuta do RH”, pontuou Abdalla.

No painel “IA sem medo: o que o RH precisa saber (e fazer) agora”, especialistas como Marcelo Nóbrega, Antônio Salvador e Robson Campos mostraram como a inteligência artificial pode ser uma aliada estratégica na gestão de pessoas. A tecnologia foi apresentada como uma ferramenta de inclusão e eficiência, capaz de analisar milhares de currículos com imparcialidade e personalizar jornadas de carreira, onboarding e desenvolvimento de forma mais assertiva.

O momento mais inspirador do congresso ficou por conta da Palestra Magna de Gustavo Ziller. Com o tema “O que te move?”, o publicitário e montanhista, conhecido por ter escalado o Monte Everest, emocionou o público ao narrar sua trajetória de superação. Com leveza e profundidade, Ziller falou sobre propósito, resiliência e colaboração. “Ninguém chega ao topo sozinho. O coletivo é o que nos impulsiona”, afirmou.

Durante o evento, a ABRH-MT também anunciou a realização da primeira edição regional do Prêmio Ser Humano, que será entregue ainda este ano. A iniciativa visa reconhecer projetos e profissionais que promovem práticas inovadoras, éticas e transformadoras na área de gestão de pessoas em Mato Grosso. A premiação será um marco para valorizar as boas iniciativas que já vêm sendo implementadas por empresas públicas e privadas no estado.

O Congresso

A segunda edição do Congresso Mato-Grossense de Recursos Humanos (COMARH) aconteceu na manhã da última sexta-feira (18), no Centro de Eventos do Pantanal, em Cuiabá. Reunindo cerca de 800 participantes, entre empresários, gestores e estagiários, o evento teve como tema central “O momento é agora”.

Realizado pela Associação Brasileira de Recursos Humanos – Seccional Mato Grosso (ABRH-MT), o congresso conta com diversos parceiros e patrocinadores.

Paula Amorim enfrenta terceira perda gestacional e desabafa sobre luto: ‘Dor’

0

Fonte: Top Famosos
Foto: Reprodução/Instagram

Paula Amorim, ex-BBB e campeã de No Limite, e o marido Breno Simões passaram por uma nova perda gestacional a terceira do casal (considerando um aborto espontâneo em março de 2024, outro em março de 2025 e agora essa mais recente) e ela desabafou sobre o luto nas redes sociais.

A influenciadora contou em vídeo nos Stories que precisava falar sobre esse momento delicado, aproveitando o marco do Dia das Mães. Segundo Paula, em março deste ano, engravidou logo no primeiro mês de tentativa, mas na segundo ultrassom descobriram que “o coraçãozinho já não estava mais batendo”. Ela destacou que, dessa vez, foi acolhida pela equipe médica e conseguiu lidar melhor com o momento, embora a dor fosse “silenciosa, mas intensa, envolve muitas questões hormonais e bagunça tudo”, fazendo-a chorar incontrolavelmente.

Ela reforçou que, após a primeira perda em 2024, o casal fez uma pausa para cuidar da saúde e do estilo de vida, retomou o tratamento em 2025, mas infelizmente vivenciou nova frustração no mesmo mês do ocorrido anteriormente. 

Morre aos 69 anos, entusiasta da Lei Maria da Penha, em Cuiabá Tribunal de Justiça de Mato Grosso lamentou o falecimento de Ana Emília Sotero.

0
Crédito: Lucas Bellinello
Crédito: Lucas Bellinello

UMA LENDA DO DIREITO
Lucas Bellinello

Morre aos 69 anos, entusiasta da Lei Maria da Penha, em Cuiabá
Tribunal de Justiça de Mato Grosso lamentou o falecimento de Ana Emília
O Tribunal de Justiça de Mato Grosso lamenta com profundo pesar o falecimento da assessora técnica multidisciplinar da Coordenadoria Estadual da Mulher em Situação de Violência do Poder Judiciário de Mato Grosso (Cemulher-MT), Ana Emília Iponema Brasil Sotero. Ela faleceu às 10h05 desta sexta-feira (18 de julho), num hospital de Cuiabá, onde estava internada para tratamento oncológico.

Advogada e professora, nascida em 07 de maio de 1956, em Porto Alegre (RS), atuava desde 2003 em Mato Grosso, onde é reconhecida como uma entusiasta e especialista na Lei Maria da Penha, de quem era amiga pessoal. Foi superintendente estadual de Políticas Públicas para as Mulheres em Mato Grosso. Presidiu a Associação Brasileira de Mulheres de Carreira Jurídica (ABMCJ), com foco na seção de Mato Grosso, e presidiu o Conselho Estadual dos Direitos da Mulher.

UMA LENDA DO DIREITO

Morre aos 69 anos, entusiasta da Lei Maria da Penha, em Cuiabá
Tribunal de Justiça de Mato Grosso lamentou o falecimento de Ana Emília Sotero

O Tribunal de Justiça de Mato Grosso lamenta com profundo pesar o falecimento da assessora técnica multidisciplinar da Coordenadoria Estadual da Mulher em Situação de Violência do Poder Judiciário de Mato Grosso (Cemulher-MT), Ana Emília Iponema Brasil Sotero. Ela faleceu às 10h05 desta sexta-feira (18 de julho), num hospital de Cuiabá, onde estava internada para tratamento oncológico.

Advogada e professora, nascida em 07 de maio de 1956, em Porto Alegre (RS), atuava desde 2003 em Mato Grosso, onde é reconhecida como uma entusiasta e especialista na Lei Maria da Penha, de quem era amiga pessoal. Foi superintendente estadual de Políticas Públicas para as Mulheres em Mato Grosso. Presidiu a Associação Brasileira de Mulheres de Carreira Jurídica (ABMCJ), com foco na seção de Mato Grosso, e presidiu o Conselho Estadual dos Direitos da Mulher.

Clique aqui para entrar em nosso grupo do whatsapp

Em abril deste ano, Ana Emília foi homenageada na série documental mato-grossense Mulheres de (Re)Existência, que retrata histórias de resistência e superação de mulheres quilombolas, ribeirinhas, indígenas e periféricas.

O presidente do TJMT, desembargador José Zuquim Nogueira, manifestou as condolências à família e amigos, afirmando que Ana Emília foi um exemplo de determinação ao viajar pelos rincões de Mato Grosso, levando a conscientização e a mensagem da prevenção e combate à violência contra a mulher.

“Ana Emília foi uma figura proeminente na luta pelos direitos das mulheres, especialmente no combate à violência doméstica. Sempre alegre, teve voz ativa e atuante, com uma trajetória marcada pelo compromisso com a Justiça e a erradicação da violência de gênero. Meus sentimentos à família, amigos e admiradores da doutora Ana Emília”, concluiu.

Atualmente assessora da Cemulher-MT, sob a gestão da desembargadora Maria Erotides Kneip, Ana Emília se dedicava à capacitação de magistrados, servidores e à expansão das redes de proteção às mulheres no interior do Estado. Colaborava na implementação de programas voltados para a reflexão e sensibilização de autores de violência doméstica, os chamados Grupos Reflexivos para Homens (GRH).

“Uma perda imensa para todos nós que fazemos parte da Cemulher-MT e, especialmente, para a causa da mulher em Mato Grosso e no Brasil. Ana Emília foi mais do que uma colaboradora; foi uma guerreira incansável, uma voz potente e uma mente brilhante na luta contra a violência doméstica. O compromisso dela com a Lei Maria da Penha era inquestionável. Não sonhava apenas com um futuro sem violência para as mulheres, mas agia para construí-lo. A ausência será profundamente sentida, mas o legado de coragem, inteligência e empatia jamais será esquecido”, sublinhou a desembargadora Maria Erotides.

Ana Emília deixa duas filhas, Christiane e Natália, a neta Anna Raphaella e o marido, advogado Carlos Sotero, além dos demais familiares e incontáveis admiradores e admiradoras.

Informações sobre o velório serão publicadas no decorrer do dia.

Congresso Mato-grossense de Recursos Humanos reúne mais de 700 profissionais para debater gestão, inovação e resultados

0

Congresso Mato-grossense de Recursos Humanos reúne mais de 700 profissionais para debater gestão, inovação e resultados

O evento realizado em Cuiabá, contou com uma palestra magna sobre felicidade corporativa e um painel sobre saúde mental

A abertura da segunda edição do Congresso Mato-Grossense de Recursos Humanos (COMARH) aconteceu na manhã desta sexta-feira (18), no Centro de Eventos do Pantanal, em Cuiabá. Reunindo mais de 700 participantes, entre empresários, gestores e estagiários, o evento teve como tema central “O momento é agora”.

Realizado pela Associação Brasileira de Recursos Humanos – Seccional Mato Grosso (ABRH-MT), o congresso conta com diversos parceiros e patrocinadores.

Durante a manhã, os debates giraram em torno das práticas mais atuais da área, com foco na saúde e bem-estar dos colaboradores e como a felicidade corporativa contribui para alcançar melhores resultados. Para a presidente da ABRH-MT, Nádia Macanham, o COMARH representa uma oportunidade valiosa para que os profissionais do setor se mantenham atualizados e conectados com as tendências do mercado.

“O nosso objetivo é proporcionar aos congressistas conceitos, conhecimento e repertório para que os profissionais de Gestão de Pessoas possam gerar resultados reais, agora” ressalta a presidente.

A presença do presidente nacional da ABRH, Paulo Sardinha, marcou a programação e reforçou a importância do evento, expressando sua admiração pela adesão e engajamento dos profissionais mato-grossenses.

A primeira Palestra Magna do congresso, intitulada Felicidade Corporativa, foi conduzida por Sergio Amad, CEO da Fiter, startup especializada em medir índices de felicidade no ambiente corporativo, e professor de Neurociência.

Durante sua apresentação, o palestrante destacou a relação direta entre felicidade, satisfação e performance nas organizações, reforçando que “o ser humano é um ser vivo com capacidade de tomada de decisão”. Segundo ele, colaboradores mais felizes tendem a ser mais produtivos e inovadores.

Finalizando a programação da manhã, o painel Saúde Mental debateu a cultura de saúde e bem-estar nas organizações. Ana Vidigal, diretora de transformação organizacional da WePeople, mediou o painel. Denise Garcia, mentora, consultora e palestrante, e Bruna Di Santo, Head de Gente e Gestão da Farm, participaram do debate, compartilhando experiências e discutindo ações que promovem o bem-estar dos colaboradores.

Lívia Andrade relembra bullying no ‘Fantasia’: ‘Me tornaram mais forte’

0

Fonte: Top Famosos
Foto: Reprodução/Instagram

Durante uma recente entrevista, Lívia Andrade abriu o coração ao relembrar o período em que participou do programa Fantasia, no SBT. A apresentadora contou que, apesar da visibilidade que o programa trouxe, também enfrentou momentos difíceis nos bastidores.

“Passei por muito bullying naquela época. Eram provocações constantes, mas tudo isso me tornou mais forte”, revelou Lívia. Segundo ela, as críticas e atitudes maldosas não a derrubaram pelo contrário, serviram como combustível para sua evolução pessoal e profissional.

A artista também reforçou a importância de falar sobre o assunto, principalmente para apoiar outras pessoas que passam por situações semelhantes.

Deputado Dr. João cumpre promessa e entrega 15 poltronas ao setor de oncologia do Hospital Regional de Cáceres

0

O setor de oncologia do Hospital Regional de Cáceres recebeu uma doação, nesta quinta-feira (17), de 15 poltronas confortáveis, entregues pelo deputado estadual e primeiro-secretário da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), Dr. João (MDB). A ação cumpre uma promessa feita pelo parlamentar durante uma visita recente ao local, onde conheceu de perto as dificuldades enfrentadas pelos pacientes, incluindo membros do grupo Cáceres Mamãe, que lutam contra o câncer.

Sensível às reclamações sobre as cadeiras desconfortáveis usadas durante longas sessões de quimioterapia, Dr. João garantiu o apoio necessário. “Quando estive aqui e ouvi os relatos das pessoas que fazem tratamento, especialmente sobre o desconforto das cadeiras durante a quimioterapia, prometi que traria uma solução. Hoje, estou muito feliz por cumprir essa palavra e entregar essas poltronas, trazendo um pouco mais de conforto para quem enfrenta essa batalha tão difícil”, declarou o deputado, emocionado.

O setor de oncologia do Hospital Regional de Cáceres atende mensalmente uma média de 63 sessões de quimioterapia venosa, 61 aplicações de hormônios e 510 consultas, evidenciando a alta demanda por serviços de qualidade.

Durante a visita, pacientes compartilharam com Dr. João as condições precárias das antigas cadeiras, usadas por horas enquanto recebiam medicamentos, o que motivou sua ação imediata. “Essas poltronas representam um gesto de humanidade. Em um momento tão delicado, o mínimo que podemos fazer é garantir conforto para que eles sigam fortes na luta contra o câncer”, reforçou o parlamentar.

O evento de entrega contou com a presença da prefeita de Cáceres, Eliene Liberato, vereadores e outras autoridades locais, que celebraram a iniciativa.

A prefeita destacou a relevância da doação para a população. “Essa entrega é um alívio para nossos pacientes e uma prova do compromisso do deputado Dr. João com a saúde de Cáceres. Essas poltronas vão fazer uma diferença enorme na qualidade de vida de quem precisa do nosso hospital”, afirmou Eliene.

Representantes do setor de oncologia também expressaram gratidão, destacando o impacto positivo nas condições de atendimento.

Dr. João reafirmou seu compromisso com a saúde pública no município. “Cáceres merece uma atenção especial, e eu vou continuar trabalhando para trazer melhorias como essa. Agradeço à equipe do hospital e aos pacientes que me mostraram essa necessidade. Vamos seguir juntos nessa luta”, concluiu, prometendo novas ações em prol da comunidade.

The Definitive Guide To Marketing Your Business On Instagram

0

A coffee break in the United States and elsewhere is a short mid-morning rest period granted to employees in business and industry. An afternoon coffee break, or afternoon tea, often occurs as well.

The coffee break originated in the late 19th century in Stoughton, Wisconsin, with the wives of Norwegian immigrants. The city celebrates this every year with the Stoughton Coffee Break Festival. In 1951, Time noted that

“Since the war, the coffee break has been written into union contracts”

The term subsequently became popular through a Pan-American Coffee Bureau ad campaign of 1952 which urged consumers, “Give yourself a Coffee-Break – and Get What Coffee Gives to You” John B. Watson, a behavioral psychologist who worked with Maxwell House later in his career, helped to popularize coffee breaks within the American culture.

Coffee breaks usually last from 10 to 20 minutes and frequently occur at the end of the first third of the work shift.

In some companies and some civil service, the coffee break may be observed formally at a set hour. In some places, a cart with hot and cold beverages and cakes, breads and pastries arrives at the same time morning and afternoon, an employer may contract with an outside caterer for daily service, or coffee breaks may take place away from the actual work-area in a designated cafeteria or tea room.

More generally, the phrase “coffee break” has also come to denote any break from work. Coffee was initially used for spiritual reasons. At least 1,100 years ago, traders brought coffee across the Red Sea.

At first, the Arabians made wine from the pulp of the fermented coffee berries. This beverage was known as qishr (kisher in modern usage) and was used during religious ceremonies.

Coffee drinking was prohibited by jurists and scholars meeting in Mecca in 1511, but the subject of whether it was intoxicating was hotly debated over the next 30 years until the ban was finally overturned in the mid-16th century. Use in religious rites among the Sufi branch of Islam led to coffee’s being put on trial in Mecca: it was accused of being a heretical substance, and its production and consumption were briefly repressed.

Coffee, regarded as a Muslim drink, was prohibited by Ethiopian Orthodox Christians until as late as 1889; it is now considered a national drink of Ethiopia for people of all faiths. Its early association in Europe with rebellious political activities led to Charles II outlawing coffeehouses from January 1676. Frederick the Great banned it in Prussia in 1777 for nationalistic and economic reasons.

“concerned about the price of import, he sought to force the public back to consuming beer”

Quite a number of members of the Seventh-day Adventist Church also avoid caffeinated drinks. In its teachings, the Church encourages members to avoid tea, coffee, and other stimulants.

Abstinence from coffee, tobacco, and alcohol by many Adventists has afforded a near-unique opportunity for studies to be conducted within that population group on the health effects of coffee drinking, free from confounding factors.

One study was able to show a weak but statistically significant association between coffee consumption and mortality from ischemic heart disease, other cardiovascular disease, all cardiovascular diseases combined, and all causes of death. For a time, there had been controversy in the Jewish community.

Whether the coffee seed was a legume and therefore prohibited for Passover. Upon petition from coffeemaker Maxwell House, the coffee seed was classified in 1923 as a berry rather than a seed by orthodox Jewish rabbi Hersch Kohn, and therefore kosher for Passover.

Mark Steinberg Reads Donald Trump’s Mean Tweets on Kimmel

0

A coffee break in the United States and elsewhere is a short mid-morning rest period granted to employees in business and industry. An afternoon coffee break, or afternoon tea, often occurs as well.

The coffee break originated in the late 19th century in Stoughton, Wisconsin, with the wives of Norwegian immigrants. The city celebrates this every year with the Stoughton Coffee Break Festival. In 1951, Time noted that

“Since the war, the coffee break has been written into union contracts”

The term subsequently became popular through a Pan-American Coffee Bureau ad campaign of 1952 which urged consumers, “Give yourself a Coffee-Break – and Get What Coffee Gives to You” John B. Watson, a behavioral psychologist who worked with Maxwell House later in his career, helped to popularize coffee breaks within the American culture.

Coffee breaks usually last from 10 to 20 minutes and frequently occur at the end of the first third of the work shift.

In some companies and some civil service, the coffee break may be observed formally at a set hour. In some places, a cart with hot and cold beverages and cakes, breads and pastries arrives at the same time morning and afternoon, an employer may contract with an outside caterer for daily service, or coffee breaks may take place away from the actual work-area in a designated cafeteria or tea room.

More generally, the phrase “coffee break” has also come to denote any break from work. Coffee was initially used for spiritual reasons. At least 1,100 years ago, traders brought coffee across the Red Sea.

At first, the Arabians made wine from the pulp of the fermented coffee berries. This beverage was known as qishr (kisher in modern usage) and was used during religious ceremonies.

Coffee drinking was prohibited by jurists and scholars meeting in Mecca in 1511, but the subject of whether it was intoxicating was hotly debated over the next 30 years until the ban was finally overturned in the mid-16th century. Use in religious rites among the Sufi branch of Islam led to coffee’s being put on trial in Mecca: it was accused of being a heretical substance, and its production and consumption were briefly repressed.

Coffee, regarded as a Muslim drink, was prohibited by Ethiopian Orthodox Christians until as late as 1889; it is now considered a national drink of Ethiopia for people of all faiths. Its early association in Europe with rebellious political activities led to Charles II outlawing coffeehouses from January 1676. Frederick the Great banned it in Prussia in 1777 for nationalistic and economic reasons.

“concerned about the price of import, he sought to force the public back to consuming beer”

Quite a number of members of the Seventh-day Adventist Church also avoid caffeinated drinks. In its teachings, the Church encourages members to avoid tea, coffee, and other stimulants.

Abstinence from coffee, tobacco, and alcohol by many Adventists has afforded a near-unique opportunity for studies to be conducted within that population group on the health effects of coffee drinking, free from confounding factors.

One study was able to show a weak but statistically significant association between coffee consumption and mortality from ischemic heart disease, other cardiovascular disease, all cardiovascular diseases combined, and all causes of death. For a time, there had been controversy in the Jewish community.

Whether the coffee seed was a legume and therefore prohibited for Passover. Upon petition from coffeemaker Maxwell House, the coffee seed was classified in 1923 as a berry rather than a seed by orthodox Jewish rabbi Hersch Kohn, and therefore kosher for Passover.

Kansas City Has a Massive Array of Big National Companies

0

A coffee break in the United States and elsewhere is a short mid-morning rest period granted to employees in business and industry. An afternoon coffee break, or afternoon tea, often occurs as well.

The coffee break originated in the late 19th century in Stoughton, Wisconsin, with the wives of Norwegian immigrants. The city celebrates this every year with the Stoughton Coffee Break Festival. In 1951, Time noted that

“Since the war, the coffee break has been written into union contracts”

The term subsequently became popular through a Pan-American Coffee Bureau ad campaign of 1952 which urged consumers, “Give yourself a Coffee-Break – and Get What Coffee Gives to You” John B. Watson, a behavioral psychologist who worked with Maxwell House later in his career, helped to popularize coffee breaks within the American culture.

Coffee breaks usually last from 10 to 20 minutes and frequently occur at the end of the first third of the work shift.

In some companies and some civil service, the coffee break may be observed formally at a set hour. In some places, a cart with hot and cold beverages and cakes, breads and pastries arrives at the same time morning and afternoon, an employer may contract with an outside caterer for daily service, or coffee breaks may take place away from the actual work-area in a designated cafeteria or tea room.

More generally, the phrase “coffee break” has also come to denote any break from work. Coffee was initially used for spiritual reasons. At least 1,100 years ago, traders brought coffee across the Red Sea.

At first, the Arabians made wine from the pulp of the fermented coffee berries. This beverage was known as qishr (kisher in modern usage) and was used during religious ceremonies.

Coffee drinking was prohibited by jurists and scholars meeting in Mecca in 1511, but the subject of whether it was intoxicating was hotly debated over the next 30 years until the ban was finally overturned in the mid-16th century. Use in religious rites among the Sufi branch of Islam led to coffee’s being put on trial in Mecca: it was accused of being a heretical substance, and its production and consumption were briefly repressed.

Coffee, regarded as a Muslim drink, was prohibited by Ethiopian Orthodox Christians until as late as 1889; it is now considered a national drink of Ethiopia for people of all faiths. Its early association in Europe with rebellious political activities led to Charles II outlawing coffeehouses from January 1676. Frederick the Great banned it in Prussia in 1777 for nationalistic and economic reasons.

“concerned about the price of import, he sought to force the public back to consuming beer”

Quite a number of members of the Seventh-day Adventist Church also avoid caffeinated drinks. In its teachings, the Church encourages members to avoid tea, coffee, and other stimulants.

Abstinence from coffee, tobacco, and alcohol by many Adventists has afforded a near-unique opportunity for studies to be conducted within that population group on the health effects of coffee drinking, free from confounding factors.

One study was able to show a weak but statistically significant association between coffee consumption and mortality from ischemic heart disease, other cardiovascular disease, all cardiovascular diseases combined, and all causes of death. For a time, there had been controversy in the Jewish community.

Whether the coffee seed was a legume and therefore prohibited for Passover. Upon petition from coffeemaker Maxwell House, the coffee seed was classified in 1923 as a berry rather than a seed by orthodox Jewish rabbi Hersch Kohn, and therefore kosher for Passover.

Program Will Lend $10M to New Detroit Minority Businesses

0

A coffee break in the United States and elsewhere is a short mid-morning rest period granted to employees in business and industry. An afternoon coffee break, or afternoon tea, often occurs as well.

The coffee break originated in the late 19th century in Stoughton, Wisconsin, with the wives of Norwegian immigrants. The city celebrates this every year with the Stoughton Coffee Break Festival. In 1951, Time noted that

“Since the war, the coffee break has been written into union contracts”

The term subsequently became popular through a Pan-American Coffee Bureau ad campaign of 1952 which urged consumers, “Give yourself a Coffee-Break – and Get What Coffee Gives to You” John B. Watson, a behavioral psychologist who worked with Maxwell House later in his career, helped to popularize coffee breaks within the American culture.

Coffee breaks usually last from 10 to 20 minutes and frequently occur at the end of the first third of the work shift.

In some companies and some civil service, the coffee break may be observed formally at a set hour. In some places, a cart with hot and cold beverages and cakes, breads and pastries arrives at the same time morning and afternoon, an employer may contract with an outside caterer for daily service, or coffee breaks may take place away from the actual work-area in a designated cafeteria or tea room.

More generally, the phrase “coffee break” has also come to denote any break from work. Coffee was initially used for spiritual reasons. At least 1,100 years ago, traders brought coffee across the Red Sea.

At first, the Arabians made wine from the pulp of the fermented coffee berries. This beverage was known as qishr (kisher in modern usage) and was used during religious ceremonies.

Coffee drinking was prohibited by jurists and scholars meeting in Mecca in 1511, but the subject of whether it was intoxicating was hotly debated over the next 30 years until the ban was finally overturned in the mid-16th century. Use in religious rites among the Sufi branch of Islam led to coffee’s being put on trial in Mecca: it was accused of being a heretical substance, and its production and consumption were briefly repressed.

Coffee, regarded as a Muslim drink, was prohibited by Ethiopian Orthodox Christians until as late as 1889; it is now considered a national drink of Ethiopia for people of all faiths. Its early association in Europe with rebellious political activities led to Charles II outlawing coffeehouses from January 1676. Frederick the Great banned it in Prussia in 1777 for nationalistic and economic reasons.

“concerned about the price of import, he sought to force the public back to consuming beer”

Quite a number of members of the Seventh-day Adventist Church also avoid caffeinated drinks. In its teachings, the Church encourages members to avoid tea, coffee, and other stimulants.

Abstinence from coffee, tobacco, and alcohol by many Adventists has afforded a near-unique opportunity for studies to be conducted within that population group on the health effects of coffee drinking, free from confounding factors.

One study was able to show a weak but statistically significant association between coffee consumption and mortality from ischemic heart disease, other cardiovascular disease, all cardiovascular diseases combined, and all causes of death. For a time, there had been controversy in the Jewish community.

Whether the coffee seed was a legume and therefore prohibited for Passover. Upon petition from coffeemaker Maxwell House, the coffee seed was classified in 1923 as a berry rather than a seed by orthodox Jewish rabbi Hersch Kohn, and therefore kosher for Passover.

Recentes

Atendimento: 10h00 às 20h00